sábado, 9 de março de 2013

Jacques de Molay


O grande mártir da Ordem DeMolay nasceu em Vitrey, na França, sob o ano de 1244. Quando possuía 21 anos, entrou para a Ordem dos Templários.
A Ordem dos Templários era uma organização patrocinada pela Igreja Católica desde o século XII com o objetivo de proteger o caminho para Jerusalém. A Ordem dos Templários participou de inúmeras Cruzadas e ganhou bastante dinheiro, graças ao heroísmo de seus membros. Muitos nobres tiveram seus filhos enviados para a Ordem dos Templários, o que a fez se tornar, pouco a pouco, rica e conhecida por toda a Europa.
Em 1298, Jacques DeMolay tornou-se Grão-Mestre dessa ordem, uma posição obviamente de grande prestígio e poder, mas também que o colocaria em uma situação muito difícil: as Cruzadas não eram tão bem-sucedidas quanto antes, visto que o controle do caminho para o Oriente fosse cada vez mais atacado por povos bárbaros. Isso levou a Ordem dos Templários a perda de muitos membros em batalhas e de importantes cidades.
Enquanto isso, a riqueza atingida pelos templários veio acompanhada de muita inveja, pois alguns estavam grandemente interessados no dinheiro e nas terras da Ordem dos Templários. Nesse grupo encaixavam-se inúmeros lordes e autoridades políticas, tais como o rei Filipe IV, da França.
Ao longo do século XIII a França passou por dezenas de tentativas de unificar-se e formar um Estado Nacional. Em função dessas guerras de reunificação, a França tornou-se muito endividada. O dinheiro pertencente a uma organização rica tal qual a Ordem dos Templários poderia facilmente salvar a França desse endividamento. É por isso que o rei Filipe cobiçava fervorosamente os domínios e possessões dos templários, a ponto de iniciar perseguições a eles, em 1807.
O rei também foi essencial para a ascensão de um bispo francês, futuro papa Clemente V, ao papado em 1805. Em troca dessa ajuda, o papa Clemente V retirou todo o apoio que a Igreja Católica dava à Ordem dos Templários e inclusive colocou-a na ilegalidade. Se nos atentarmos às datas, veremos que logo após essa medida o rei francês ordenou perseguição aos templários.
Em 13 de outubro de 1307, Jacques DeMolay e alguns de seus cavaleiros foram capturados, lançados nas masmorras e submetidos a torturas e condições subumanas por durante sete anos. Porém, em todos esses anos, DeMolay e os cavaleiros permaneceram leais ao segredo que partilhavam, não contando onde se encontravam as riquezas da Ordem dos Templários, e aos outros membros dessa ordem, não revelando aos franceses os nomes de outras pessoas da Ordem dos Templários.
Em 18 de março de 1314, Jacques DeMolay foi condenado, juntamente com Guy D’Auvergnie, um cavaleiro. Ambos haviam recusado as duras acusações apresentadas no Tribunal e, portanto, de acordo com as Leis daquele tempo, deviam ser condenados. O rei Filipe IV ordenou que os dois fossem levados à fogueira, na pequena Île de la Cité, no mesmo dia.
Atualmente, a história de DeMolay representa um exemplo de lealdade e de amizade, pois em momento algum houve traições e confissões acerca dos nomes dos demais cavaleiros e do tesouro da Ordem dos Templários. Jacques DeMolay, e também seus seguidores, permaneceu fiel a todo o segredo, mesmo tendo de suportar anos e mais anos de tortura. É por isso que a Ordem DeMolay se espelha nessa fidelidade, nesse exemplo de companheirismo, e edifica sobre esses pilares as suas sete cardeais.


Vinícius Caseiro
Estudante e atual 2° Conselheiro

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Voltando ao ritmo

Esse momento é conhecido como “volta às aulas” para muitos. Os adultos tratam-no como um retorno à empresa, ao trabalho (isso para os que tiveram férias). Para os DeMolays e a Filhas de Jó, além de tudo este é o início de uma nova gestão. Essa é a realidade: o descanso acabou e temos que voltar a ativa com tudo.
Não me refiro aos que acreditam que o ano só comece depois do carnaval, pois há muita coisa que pode ser feita em uma semana.
Recuperar o ritmo. Desaceleramos e devemos voltar para a velocidade máxima. Ou podemos nos manter calmos fazendo uma coisa de cada vez. Ou ainda, no próximo feriado não vamos nem desacelerar. Mas o ideal é conseguir encontrar o nosso ritmo, no qual não nos sobrecarregamos nem jogamos tempo fora. Difícil? Bastante.
Tudo na vida se relaciona com ritmo. Essa é uma palavra que me causa até arrepios. O ritmo de uma música consegue alterar o estado mental de alguém, a Terra e os astros giram em um ritmo, seu coração bate em um ritmo. Este ainda muda à medida que precisamos de alguma mudança. O mesmo deve ocorrer com nossas vidas. Manter um ritmo, alterá-lo quando necessário e evitar que ele se perca em meio às interferências do nosso dia-a-dia.
No início do ano fizemos metas, planos para serem cumpridos durante o ano. O ano já começou e se entre essas metas você colocou: comprometimento, disciplina, foco, ou empenho; este é o melhor momento para provar para si mesmo que você é capaz de se organizar e fazer o seu melhor nos próximos dias.
Uma ótima volta às aulas e uma gestão que traga todas as coisas boas das quais precisamos. Boa sorte a todos!




Por Marcelo Costa Monteiro
Estudante e atual Mestre Conselheiro deste Capítulo

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

E 2013 finalmente chegou!

‎"Este é o segundo mais esperado do ano. Temos a esperança de que depois dele o mundo mude. Mas não é nesse segundo que o mundo muda. O mundo muda no segundo que vivemos agora." O reveillon se passou, 2013 começou e nós já estamos fazendo nossa parte?
É muito comum as pessoas criarem metas no ano novo. O objetivo disso é mudar o que não está bom, evoluir em aspectos como conhecimento ou mesmo físico ou tornar-se alguém melhor. Se você ainda não fez sua lista de metas, aprece-se pois ainda está em tempo. Se você já fez, já está correndo atrás? O que mais vejo na minha geração são pessoas preguiçosas deixando pra amanha coisas que poderiam ser feitas hoje, agora! (Eu admito que falho nesse quesito de vez em quando, até mesmo aqui no blog). Paremos para refletir: ainda temos um ano inteiro pela frente. Como alguns dizem, é como uma página em branco, pronta para escrevermos nela. O mais importante é decidir o que você vai escrever na sua folha e escrever sempre que possível.
Cada dia de 2013 será um dia especial, que Deus guie-os em suas jornadas.

Por Marcelo Costa Monteiro
Estudante e atualmente Primeiro Diácono do Capítulo