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domingo, 6 de maio de 2012

As diferenças entres as nações se dão pelas diferenças patrióticas de seus povos?

A sétima vela, o Patriotismo. Mas o que podemos fazer para sermos patriotas em tempos como esses? Vivemos em um país de conformistas e se dependermos desse governo não iremos a lugar algum. Nós somos diferenciados e cabe a nós fazer o papel mais que patriótico de defender a nação desses políticos corruptos que sujam o Estado. Temos que fazer com que o povo se realize sobre seu poder de mudança sobre o país e começar a crescer realmente, e não somente seguir a inércia do crescimento. Temos que tomar como exemplo nações como Alemanha e Japão. Exemplos de economia e sociedade. Conscientizar-nos e fazer nossa parte é primordial para dar o primeiro passo para a melhoria da nação e o exercício do patriotismo.

 Há dois atrás estava em Petrópolis, um dia antes das inundações. Dois anos após os incidentes a reconstrução ainda está incompleta. No Japão, por outro lado, sofrendo com uma catástrofe ainda pior, em poucos meses se recuperou. Isso sim é patriotismo, os investimentos foram para os lugares certos e não desviados como aqui se vê. Os próprios afetados racionaram água e alimentos. Quando passei em Petrópolis a dois anos atrás voltando da viagem, via pessoas brigando para receber mais que os outros, e estabelecimentos vendendo água a preços mais altos. A nação somos todos nós, então se nós dividirmos ou nos achar mais importantes e com mais direitos que os outros nunca seremos uma nação realmente. Para terminar um último pensamento:

''É preciso discutir em todos os lugares e com todos. O dever de pensar politicamente diz respeito a todos, não é privilégio de alguns iniciados. Não devemos nos surpreender com o caos das ideias pois essa é a condição para a emergência de novas ideias. Os pais do regime devem compreender que autonomia não é uma palavra vã, ela supõe a partilha do poder, ou seja, a mudança de sua natureza.''


Davi Cecílio
Davi Cecílio é Estudante
Atualmente Porta-Bandeira do Capítulo Sete Lagoas nº295

domingo, 29 de abril de 2012

Dia Devocional, um momento para reflexão

O Capítulo Sete Lagoas esteve presente na Capela da Serra de Santa Helena da cidade de Sete Lagoas para a realização do Dia Devocional. Aproveitamos da oportunidade para exercitar, refletir, reviver e repensar nossos atos perante o Pai Celestial - que é Universal e ecumênico - buscando também ressaltar nossos laços de união e amizade como Irmãos, enaltecendo-se a virtude das Reverências pelas Coisas Sagradas. O Congado Setelagoano se encontrava presente. Seguem fotos: 




sábado, 21 de abril de 2012

21 de abril


Dia 21 de Abril                  
É uma data especial
Dia de Tiradentes
Grande Herói Nacional.

Herói da Inconfidência
Orgulho de Minas Gerais
Teu nome está na história
Não esqueceremos jamais.

Patrimônio do Brasil
Destaque na Pátria inteira
Líder revolucionário
Da Inconfidência Mineira.

Seus ideais eram claros
Com garra os defendia
Liberdade para todos
Ainda que seja tardia.

(Juarês Alencar
DRE - Colinas)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Damon e Phythias

   Contarei hoje uma historia sobre companheirismo e fidelidade, duas de nossas virtudes cardeais. O texto é de Raphael José e contém verdadeiros ensinamentos de nossa Ordem.


                                                                               
  "Na mitologia grega, a lenda de Damon e Pythias simboliza a confiança e a lealdade de uma verdadeira amizade.

   Pythias e seu amigo Damon, ambos seguidores do filósofo Pitágoras, viajaram a Siracusa. Pythias foi acusado injustamente de traçar um plano contra o rei de Siracusa, Dionysius I. Como punição a este crime Pythias foi sentenciado à morte.
   Pythias aceitou sua sentença, mas pediu para visitar sua família pela última vez para se despedir e resolver alguns assuntos. Não querendo ser feito de tolo, Dionysius recusou o pedido de Pythias, acreditando que se liberado uma vez ele fugiria e nunca mais retornaria.
   Arriscando sua própria liberdade por seu melhor amigo, Damon propôs que Dionysius o prendesse como refém até que Pythias retornasse. Dionysius aceitou, com a condição que se Pythias não chegasse até a data prometida, Damon seria posto à morte em seu lugar. Damon concordou e Pythias foi liberado.
   Dionysius foi convencido que Pythias não retornaria, o dia que Pythias havia prometido retornar chegou e Dionysius já se preparava pra executar Damon, e apenas quando o Dionysius estava a ponto de matar Damon, Pythias chegou.
   Desculpando-se de seu amigo por estar atrasado, Pythias disse que os piratas haviam capturado seu navio na passagem por trás de Siracusa e o tinham jogado ao mar. Dionysius escutou como Pythias fez para nadar e chegar rapidamente no horário exato de salvar seu amigo.Dionysius ficou impressionado com tamanha CONFIANÇA E LEALDADE dos dois amigos, dizendo que nunca teve um amigo de verdade, essa atitude livrou Damon e Pythias e manteve-os como conselheiros da corte."
                                                                                     Fonte:http://raphaeljose.blogspot.com/2009/06/damon-e-pythias.html

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sexta virtude


'' A PUREZA DE PENSAMENTOS, PALAVRAS E AÇÕES...''


A Sexta Virtude, Pureza, é talvez a mais complexa. O que é ser puro? Puro em palavras, em sentimentos, em ações, nos gestos e nos pensamentos? Como colocar isso em prática, dentro e fora da Sala Capitular? Eu sei reconhecer se minha própria visão é pura ou turva?
A Igreja Católica considera os dias 1 e 2 de novembro como festas. O dia 2 é muito conhecido aqui no Brasil por ser feriado nacional. O dia 1º, contudo, costuma ser largamente ignorado – o Dia de Todos os Santos. Esta é a data para comemorar todas as pessoas que tornaram-se exemplos àqueles ao seu redor por viverem como santos, isto é, tornarem suas existências sagradas. São os santos anônimos que não receberam uma data no calendário litúrgico nem são venerados em algum santuário particular. Em simplicidade, suas ações tocaram todos os que conheceram.
Enquanto isso, no México, o dia 1º de novembro é a primeira parte da grande comemoração do Dia dos Mortos e é chamado Dia dos Inocentes, dedicado à lembrança das crianças que faleceram; elas são chamadas de inocentes ou ingênuas porque não têm conhecimento do bem e do mal, agindo somente por instinto. Precisam ser ensinadas e educadas para compreenderem as consequências de seus atos, tanto os bons quanto os maus.
Os DeMolays Ativos, de 12 a 21 anos, já não são mais inocentes. É muito comum, especialmente entre os homens, demonstrar que deixaram a meninice falando palavrões e fazendo referência ou insinuação ao sexo. Geralmente atuam desta forma emulando seus irmãos e colegas mais velhos ou mesmo seus pais.
Os seres humanos miram-se em seus pares e os imitam para sentirem-se parte de um grupo, para não perceberem-se sozinhos e solitários em um mundo tão grande. Nosso “Dad” Frank Sherman Land, fundador da Ordem DeMolay, tinha grande consciência deste fato e compreendeu que os garotos mais novos deveriam estar em contato com garotos mais velhos e se espelhar em seus bons exemplos – do contrário, era possível que na falta deles, acabariam adquirindo vícios dos homens dissolutos.
A Pureza é companheira direta da Cortesia, a Terceira Virtude. A má educação não condiz com um interior sem máculas. Como dissemos logo no início deste artigo, esta Virtude é possivelmente a mais complexa porque possui uma série de camadas e de sutilezas. Para ser sincero, todas as Virtudes e todas as lições têm um conjunto cada vez maior de significados e ensinamentos. Acontece que este é um caso particularmente notável onde é preciso mergulhar muito fundo no entendimento para conseguir colocar em prática o ideal.
É mais sincero aquele que não consegue pronunciar “Eu te amo” do que aquele que fala muitas vezes essas palavras sem qualquer sentimento envolvido. Palavras são apenas meios de comunicação, símbolos e signos para transmitir o significado, o verdadeiro sentido da mensagem. A pureza dos gestos e das palavras só existe com a pureza das intenções. Não adianta ser extremamente educado se os pensamentos são destrutivos e a cordialidade, falsa.
Isto não quer dizer que devemos simplesmente ignorar ou nos acostumar com qualquer forma de se expressar. Uma mente limpa não encontra desculpas para destratar subalternos, para tirar vantagem de colegas ou para adular supervisores. A Pureza é a verdade colocada em prática; não a verdade sarcástica ou insensível, mas a verdade de bons propósitos.
O Dr. House é sincero, mas não é puro. Sua atuação, apesar de ser completamente pautada pela franqueza, também é guiada por uma personalidade ególatra, autoabsorvida e irrascível. Mr. Catra é bastante direto e honesto em suas frases, mas o conteúdo e os assuntos de que trata não servem de exemplo de conduta.
Ao mesmo tempo, pureza não é ingenuidade ou inocência. O homem puro conhece o mal que existe no âmago dos homens e, acima de tudo, em seu próprio coração. Ele não reprimiu seus demônios interiores, ele os trouxe para a luz e entendeu que a sombra é parte da composição de qualquer ente. Compreendeu que possui pontos fracos e pontos fortes, mas que o caminho que leva ao Pai Celestial somente pode ser trilhado pelos portadores desta Virtude.
Tudo isso, no entanto, é apenas o primeiro nível, as águas superficiais do oceano da vela representada pelo Sexto Preceptor. 

Hugo Lima
Hugo Lima é Sênior DeMolay
Iniciado no Capítulo Petrópolis nº 470.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

1º Diácono: o guia das virtudes...

A função do 1º Diácono no Capítulo vai muito além de acender e apagar as velas. Assim como cada vela simboliza uma virtude o Diácono ao acendê-la deve estar ciente de seus significados, estando sempre pronto para instruir os Irmãos dos mesmos. Da mesma forma que o Diácono é o responsável por ajudar os conselheiros nos trabalhos do Capítulo também é responsabilidade dele ajudar os Irmãos recém-iniciados durante sua jornada dentro da Ordem.
         O cargo de 1º Diácono me trouxe muito conhecimento, tanto o de saber lidar com outras pessoas como também o de me fazer entender melhor os preceitos da Ordem DeMolay. Não digo que é um cargo difícil, mas sim de grande responsabilidade e de extrema importância para o Capítulo. Acho que todos os Irmãos, durante o seu tempo dentro da Ordem, devem pelos menos uma vez ocupar este cargo para poder desfrutar os grandes benefícios que este proporciona.

Diáconos: Os Diáconos possuem cada um em sua insígnia uma Ave. Em praticamente todas as Escolas Esotéricas ou Religiões, as Aves apresentam significados simbólicos importantes. Para a Tradição Hindu, elas representam Estados superiores do Ser Humano. No Egito, o Falcão simbolizava o Deus Hórus, o Deus Thot e a Íbis. O Pássaro, como todo Ser Alado, é Emblema da espiritualidade e da Alma Humana. Nas Escolas Místicas, representam também hierarquias a auxiliar o homem. Na Alquimia, os Pássaros simbolizavam as Energias em atividade; voando em direção ao céu expressam a fase alquímica da sublimação e a volatilização; descendo para a terra, a fase de condensação e precipitação; os dois símbolos unidos numa mesma figura representam o Processo de Destilação. Os Pássaros, por sua capacidade de viver na Terra e nos Ares, apresentam também um outro significado simbólico de Tipo Universal: são considerados “Mensageiros dos Deuses”, intermediários capazes de estabelecer um Ponta entre o Céu e a Terra. Sendo tidos como Mensageiros entre Planos superiores e o nosso, os Diáconos são de uma importância sacra no ritual; é o 1º Diácono que acende os Sete Candelabros representativos das Sete Virtudes Cardeais. São exatamente os Diáconos que procedem à ligação entre tudo que é Humano e Material, na Ordem, com os Princípios Sagrados da Filosofia de nossos Rituais.


Primeiro e Segundo Diácono

Arrumar a Sala Capitular antes e depois das reuniões. Cuidar, retirar e
guardar todos os materiais necessários para a arrumação da sala (exceção
dos rituais). A manutenção dos materiais também é sua função. Verificação
e solicitação ao Mestre Conselheiro e Tesoureiro para a compra de velas e
incensos para o Capítulo.
Fonte: http://capitulobracodonorte.com.br/?pg=conteudo03



 Gabriel Caetano Araújo
Gabriel Caetano Araújo é estudante
Membro da Comissão de Hospitalaria
É atualmente 1º Diácono do Capítulo Sete Lagoas

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Hino DeMolay para o Brasil

O Hino Nacional DeMolay foi composto pelo membro da Ordem DeMolay, Fábio Batista Lara, do Capítulo Eugênio Mancuelo Nº 364, da cidade de Guarapuava, no Estado do Paraná.
O Hino que você verá a baixo não é o Hino oficial da Ordem DeMolay para o nível Internacional. É uma versão criada por um DeMolay do Brasil, e portanto não segue para a Ordem DeMolay do restante do planeta.

Segue a baixo a letra e o vídeo com a música do Hino DeMolay para o Brasil.


       HINO DEMOLAY 
Composição: Fábio Batista de Lara
A coroa da juventude inicia
Até o meridiano a nossa jornada
Contempla em nós, brilho do meio dia
Perante este altar, a promessa sagrada
Que soberanos sejam os nossos ideais
Luzes no caminho de virtudes imortais
Que estas sete velas sejam nossa Lei
O Brasão Heróico da Ordem DeMolay
Consagrada batalha da vida
Conduz o caminho da retidão
Em nossa bandeira imponente, estendida
Estão os baluartes da nossa Nação
Que soberanos sejam os nossos ideais
Luzes no caminho de virtudes imortais
Que estas sete velas sejam nossa Lei
O Brasão Heróico da Ordem DeMolay.
Sob a regência do Pai Celestial
Nos dias de aurora até o apogeu
Que em nossa Ordem sejam um sinal
De honra que o fogo não feneceu.
Que soberanos sejam os nossos ideais
Luzes no caminho de virtudes imortais
Que estas sete velas sejam nossa Lei
O Brasão Heróico da Ordem DeMolay.

               Música do Hino Nacional DeMolay

domingo, 6 de março de 2011

Nossa História: Jacques DeMolay

Jacques DeMolay

Nascido no ano de 1244 em Vitrey, na França pautou a sua existência em princípios éticos que distinguiam dos demais e que realçavam a sua inteligência, educação e as habilidades inerentes para a prática do bem. Já aos 21 anos, ingressa na Ordem dos Cavaleiros Templários, entidade sancionada e reconhecida pelo Papa e pelo seu Conselho da Igreja, e cuja finalidade era vigiar a estrada entre Jerusalém e Acro, o porto de Jerusalém no Mediterrâneo.

Imensamente popular, já que apoiada pela Igreja, a Ordem dos Cavaleiros Templários, cuja denominação original era "Pobres Soldados de Cristo", destacava-se pela abundância de recursos, ricas propriedades e, em conseqüência, atraia filhos de nobres e príncipes, notadamente da Inglaterra, França, Espanha e Alemanha.

A valentia dos seus integrantes angariava a simpatia de todos que acompanhavam as numerosas cruzadas, através das quais consolidavam o nome da Ordem, reconhecida sempre pelo heroísmo. Jacques DeMolay estava presente nessas ações, destacando-se pelos princípios abraçados.

Em 1298 era eleito Grão Mestre, assumindo o cargo que o colocava, em muitas das vezes, acima dos grandes lordes e príncipes. Todavia, a situação para cristandade no Oriente não era boa. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros da Cruzada e capturados a Antíoqua, Tripoli, Jerusalém e Acro. Para enfrenta-los, restavam apenas os Cavaleiros Templários e os Hospitaleiros. Debilitados pelos problemas que afetavam a cristandade, os Templários não demonstravam mais o vigor de outrora e se estabeleceram em Chipre na esperança de uma nova Cruzada. As esperanças de auxílio europeu foram frustradas, a dura realidade mostrou a sua face: o espírito das Cruzadas havia se extinguido.

Recolhidos em suas grandes casas, suas ricas propriedades e guardando seus tesouros de ouro. Os Templários despertavam o desejo de guerra com os inimigos poderosos e, já sem ajuda popular, despertaram a cobiça de Felipe, o Belo, Rei da França, que almejava uma união para assumir o controle total do poder. Sem sucesso, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens e conseqüentemente evitar o aumento do poder do Sumo Pontificado. Investiu com regulamentos secretos para aprisionar todos os Templários. DeMolay e centenas de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Começando um período que prolongaria por sete longos anos de celas úmidas, frias e torturas desumanas. Não bastassem os cruéis castigos, o Rei Felipe consegue ainda que o Papa Clemente apoiasse a condenação da Ordem e promoveu a transferência das suas propriedades e riquezas para outros donos. Na pior das suas investidas, Felipe insistia na traição de Jacques DeMolay aos seus companheiros. Este, apesar do cavalete e de suas outras torturas, não cedeu.

Em vão resistiu Jacques DeMolay, fiel aos seus princípios que o haviam levado ao comando da Ordem. Uma confissão forjada o levou a condenação. Sua negativa ante a sentença proferida. Segundo os costumes da época, deveria ser punido a morte. Era o que desejava o rei Felipe, que não obstante a disposição da comissão julgadora pelo adiamento de decisão, ordenou que os prisioneiros fossem queimados naquela tarde. Assim quando os sinos da catedral de Notre Dame de Paris tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay era queimado vivo no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena. Ao relembrar-nos este episódio o faremos na certeza de que apesar do corpo de Jacques DeMolay ter tombado naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para que a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.


Túmulo de Jacques DeMolay, as margens do rio Sena, em Paris, França. Na foto ao lado, o Ir. Vinícius Caseiro que teve o privilégio de visitar um lugar que significa muito para todos os DeMolays: o túmulo de Jacques DeMolay. 

"Jacques DeMolay, cujo exemplo de vida não conseguiu sepultar na pequena ilha do Rio Sena, onde seu corpo foi queimado."


Texto editado, extraído do site do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil - SCODB
Link de acesso: 


                 Cientes dessa história, desse exemplo, trazemos para a nossa vida as virtudes de DeMolay e o nome DeMolay, 

               
Vivemos DeMolay, somos DeMolays!!!




Seguimos as sete virtudes sagradas de nossa ordem:                           1. Amor Filial - O amor entre pais e filhos.              2. Reverência pelas coisas sagradas - O respeito pelo que é sagrado. Principalmente o amor que temos pelo nosso Pai Celestial.
             3. Cortesia - O que ilumina a nossa vida. A nossa Educação.
4. Companheirismo - O amor que temos por nossos irmãos e amigos, que mantém vivos os ideais de nossa Ordem.              
5. Fidelidade - Cumprir, conscientemente seus compromissos junto a seus ideais, a seus irmãos e amigos e ao Pai Celestial.                              6. Pureza - De pensamentos, palavra e ações.                                                                  7. Patriotismo - Amor a pátria, em todas as circustâncias. 
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