segunda-feira, 23 de maio de 2011

A hora da sinceridade...

...a busca pela educação pública de qualidade, com uma chamada a realidade nacional.

 Por um BRASIL mais justo. Educação pública de qualidade é uma das soluções.

A voz da professora Amanda Gurgel é a voz de muitos professores de escolas públicas do nosso país. O que é dito nesse vídeo ocorre em todo Brasil. A fala dessa mulher é a síntese da batalha diária desses profissionais.


Convidamos você a refletir sobre o que é dito no vídeo que se segue...



terça-feira, 10 de maio de 2011

Filantropia

Como é bom fazer parte dessa corrente...

No dia 9 de abril de 2011 o Capítulo DeMolay nº295 de Sete Lagoas, arrecadou produtos de higiene pessoal e doméstica na rede de supermercados Santo Antônio, da cidade.
É com muita felicidade que relato o sucesso dessa nossa iniciativa. Após fazer a estimativa da quantidade de material arrecadado, eu e meus pais (Tio Ernane e Tia Laura) dividimos os mesmos entre a Vila Vicentina e a Creche Paulo de Tarso.
O dia da entrega foi extremamente satisfatório, pois, apesar de não ter sido possível a presença de nenhum dos meus irmãos DeMolays, as duas instituições ficaram honradas e lisonjeadas, fazendo questão de estender os agradecimento a todos da Ordem através de mim e da minha família que me acompanhara neste dia.

Com isso meus irmãos, externo meus parabéns e sincero agradecimento pelo compromisso de todos. 



Cartões de agradecimento recebidos da Creche Espírita Paulo de Tarso.




Gabriel Vitor de Melo Souza
Estudante
  Hospitaleiro do Capítulo Sete Lagoas nº295
XXIX Gestão Administrativa

domingo, 8 de maio de 2011

Há muitas formas de retribuir...

...a ingratidão é a pior delas...

Sete Lagoas apresenta um futuro preocupante quando o assunto é a disponibilidade hídrica. Já existem bairros com falta de água constante, e a demanda, devido ao aumento da população, já preocupa as autoridades. Uma das alternativas mais cotadas é trazer diretamente do Rio das Velhas, água, que será tratada e distribuída em toda a cidade.
Um projeto audacioso e multimilionário, que alguns dizem ser a solução dos nossos problemas. Por trás dessa maravilha, os setelagoanos se esquecem da retribuição ingrata que a cidade faz ao Rio das Velhas.
            O rio recebe diariamente uma quantidade enorme de esgoto doméstico e industrial de Sete Lagoas, a mesma cidade que pretende retirar em um ponto mais acima e evidentemente mais limpo, sua água.
            Uma retribuição um tanto quanto ingrata e indigna. Sete Lagoa ainda é uma cidade que não trata as águas que são lançadas no ribeirão Jequitibá, que desagua posteriormente no Rio das Velhas, sendo portanto, uma das cidades que mais polui o mesmo. Seria justo, e de valor moral, que a cidade que almeja o bem natural que o rio fornece, retribuísse de forma também moralmente correta e digna. Além de não poluir suas águas, a cidade poderia usar sua influência regional e abraçar a causa da preservação do Rio das Velhas com uma política que ultrapassasse fronteiras.
            Entretanto, estamos estagnados. Esquecemos de nossas responsabilidades e nada está sendo feito para consertar o estrago de décadas de omissão.
Não. A responsabilidade não é só dos governantes. A população pode minimizar o estrago sendo educada e não jogando lixo nas ruas e córregos que cortam a cidade. Das ruas para os bueiros, dos bueiros para os córregos e dos córregos para o rio... Trajeto do lixo originário da falta de educação das pessoas e que pode ser evitado.
Enfim, um conjunto de fatores atestam nosso estado vergonhoso frente a situação. Um misto de incompetência, inércia e inconseqüência que resultam em conseqüências drásticas e nesse aspecto, nos mostra a face ingrata e desrespeitosa da cidade com o rio e sua biodiversidade.


Lixo jogado por transeuntes na Rua Coronel Américo Teixeira Guimarães, e acumulado no fundo do bueiro.
Local a menos de 50m do Córrego do Diogo – Sete Lagoas/MG


 Córrego do Diogo: principal poluidor do Ribeirão Jequitibá, que deságua... no Rio das Velhas.
Nas setas em destaque: poluição lançada no curso d’água.


 Córrego da Várzea: no bairro de mesmo nome, esse córrego apresenta poluição intensa e lixo lançado pelos moradores, como aponta as setas em destaque.

Encontro dos Córregos do Diogo e Várzea. Nas setas em vermelho, poluição e até um cavalo no leito poluído. Ao lado, recorte do Google Mapas que detalha o encontro dos dois córregos, ambos com poluição exorbitante.


Texto e *Imagens: Saulo Junior
Saulo Junior é Sênior DeMolay e Estudante Pré-Universitário


*Última imagem: Google Mapas